O HTC EVO 4G, primeiro celular compatível com redes de telefonia de 4ª geração e atual detentor do título de "super-smartphone Android", já tem preço e data para chegar às lojas definidos. O aparelho custará US$ 200 - cerca de R$ 355 - atrelado a um contrato de dois anos com a operadora Sprint, e estará nas lojas nos EUA em 4 de junho.
O aparelho tem processador de 1 GHz (Qualcomm Snapdragon), 512 MB de RAM, 1 GB de memória interna (expansível com cartões micro SD), duas câmeras, sendo uma delas de 8 MP, tela multitoque de 4.3 polegadas e alta resolução (480 × 800 pixels), gravação de vídeo em alta-resolução, saída HDMI para conexão a TVs, suporte à tecnologia Adobe Flash e ainda pode funcionar como um "hotspot de bolso", compartilhando uma conexão 4G com até 8 outros aparelhos nas proximidades, via Wi-Fi.
O sistema operacional é o Android 2.1, com a interface 'Sense' desenvolvida pela própria HTC. Mas todos esses recursos não saem barato. Além dos US$ 200 do aparelho, interessados terão de desembolsar US$ 69,99 pelo plano de telefonia, mais US$ 10 pelo "adicional de dados premium" para acesso à rede 4G e outros US$ 30 mensais para poder usar o aparelho como um hotspot. Somando tudo são US$ 109,99 mensais, o que ao longo de dois anos dá um total de US$ 2.839,76, cerca de R$ 5 mil. Ah, e o cabo HDMI é vendido separadamente.
14/05/2010
Smartphone 4G começa a ser vendido em junho
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13/05/2010
HTC pede proibição de iPhone, iPad e iPod nos EUA
A HTC afirmou nesta quarta-feira que entrou com uma ação na Justiça contra a Apple por violação de patentes e pediu que a Comissão Internacional de Comércio dos Estados Unidos proíba a venda de iPhones, iPads e iPods no país.
O caso é uma resposta ao processo aberto pela Apple em março contra sua concorrente, que fabrica celulares com os softwares do Google e da Microsoft, também por violação de patentes.
A HTC, de Taiwan, acusa a Apple de infringir cinco de suas patentes. Representantes da Apple não estavam imediatamente disponíveis para comentar o assunto. A HTC não informou em seu comunicado quais patentes teriam sido quebradas.
"Estamos tomando medidas contra a Apple para proteger nossa propriedade intelectual, nossos parceiros de indústria e, principalmente, nossos consumidores que usam aparelhos HTC", disse o vice-presidente da empresa na América do Norte, Jason Mackenzie, em comunicado.
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12/05/2010
Um trator em sua velocidade m&aacut
Um crime sexual ocorre por hora na internet no Brasil. Em depoimento na Câmara dos Deputados, o presidente da Safernet, Thiago Tavares, entre julho de 2008 e fevereiro de 2010, mesmo após o acordo entre a rede social Orkut e o Senado para combater crimes sexuais contra crianças e adolescentes, foram registrados 14.001 desses delitos.
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agraves 08:28
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"Isso corresponde a uma média de quase um crime por hora", ressaltou.
A Safernet é uma ONG de defesa de direitos civis na internet.Nos últimos anos, atuou na denúncia de abusos cibernéticos contra os direitos humanos, principalmente pedofilia.
De acordo com Tavares, a discussão sobre segurança no uso da internet deve ter como foco a prevenção. "O tratamento repressivo adotado até agora pelo Estado brasileiro para evitar crimes virtuais já provou não ser suficiente", afirmou o especialista ao participar de audiência pública na Comissão Especial dos Centros de Inclusão Digital.
BLOG Emsergipe.com - Comentários
11/05/2010
Mulher perde emprego por ter blog sexual
Uma blogueira da cidade de St. Louis, nos Estados Unidos, perdeu o emprego depois que a empresa onde trabalhava descobriu que nas suas horas livres ela escrevia um blog sobre as próprias aventuras sexuais.
A blogueira, de 37 anos e que usa o pseudônimo de The Beautiful Kind (O Tipo Bonito), foi descoberta, segundo o jornal The Riverfront Times, de St. Louis, depois de ter cometido um erro ao registrar o perfil no Twitter. Ela escrevia no blog sem revelar o próprio nome, mas usou-o ao fazer o registro no Twitter. Depois, percebendo que poderia ser identificada, trocou-o pelo apelido. No entanto, através do serviço Topsy as informações com a identidade original continuavam disponíveis.
"Quando um usuário atualiza seus dados biográficos no Twitter, não há atualização automática que informe terceiras partes como o Topsy", disse o porta-voz do serviço, Brian Merritt, ao site Inc.com. Ele disse que a companhia ficou "entristecida" com o caso e pretende adicionar um recurso que permita a usuários deletar posts que não queiram ver incluídos no Topsy.
De acordo com a mulher, sua chefe procurava na internet informações sobre os subordinados e encontrou o blog de sexo. No dia 27 de abril, ao chegar para trabalhar, ela soube que havia sido demitida. De acordo com ela, a chefe alegou que a empresa não quer estar associada a alguém que posta textos ou imagens eróticas. A blogueira não revelou o nome da empresa, onde trabalhava havia um mês.
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10/05/2010
Internet a 512 kbps não é banda larga
Nathalia Passarinho
Brasília
O professor da Universidade Federal do ABC e presidente da Casa de Cultura Digital, Sérgio Amadeu da Silveira, criticou a velocidade de internet prevista no Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) para a tarifa de R$ 35. Segundo ele, é possível ter velocidade maior de download a preço baixo. “Banda larga de 512 kbps não é banda larga. Podemos chegar a 1 mega com preços acessíveis”, criticou
O PNLB prevê tarifa de R$ 15 para o plano com incentivos, com velocidade de até 512 kbps (quilobits por segundo) e com limitação de downloads, e de R$ 35 para o plano comum, com velocidade entre 512 e 784 kbps. Atualmente o brasileiro paga em média R$ 50 pela banda larga com velocidade de 256 kbps.
O secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna, explicou que, pelos cálculos do governo, a tarifa reduzida só pode ser concretizada com velocidade de até 784 kpbs.
“O que estamos dizendo é que o pacote mais barato é de R$ 35. Não estamos dizendo que não vai ter pacote mais rápido, só que não vai custar R$ 35. Se você tiver R$ 50 para gastar, provavelmente passa a ter 2 megas, 3 megas”, disse. Santanna afirmou, no entanto, que será possível ampliar a velocidade da banda larga depois de cumprida a meta de universalização do serviço.
“Uma das coisas em que vamos investir é o acesso de alta velocidade, mas nossa meta nesse momento é aumentar a cobertura e servir um conjunto maior de pessoas. Mas não há nenhum óbice à internet rápida, muito pelo contrário”, disse
Telefone com internet
O coordenador do Programa de Inclusão Digital do governo, Cezar Alvarez, disse que uma das expectativas do PNBL é ampliar o acesso à internet por telefones. Segundo ele, o pacote de R$ 15 é destinado, principalmente, a empresas de telefonia de tecnologia 3G.
“Apostamos fortemente na mobilidade. Essa é a proposta para quem for oferecer no mercado serviço de qualidade, mas com limites de download”, disse.
Questionado se existe previsão de programas governamentais de incentivo à compra de computadores ou celulares, Alvarez disse que os projetos já existentes são suficientes para o acesso a internet a 40 milhões de domicílios em 2014.
Ele ressaltou que o Brasil é o terceiro maior mercado de computadores. Entre as políticas públicas para o acesso a equipamentos eletrônicos, Alvarez destacou a desoneração de impostos para a compra de equipamentos por varejistas, juros subsidiados do Banco Nacional de Desenvolvimento Social e Econômico (BNDES), também, aos varejistas.
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07/05/2010
Dez coisas que o Google Maps faz por você
O Google Maps é muito mais que um lugar para checar suas rotas e trajetos. O site recheado de informações oferece várias ferramentas úteis para viajantes, nerds, ciclistas e outros. Vamos mergulhar nessa ferramenta geográfica e apresentar alguns utilitários muito bons, porém pouco conhecidos.
10. Use endereços estrelados
É um pouco sutil, mas clicar no ícone de estrela perto da lista de locais no Google Maps economiza um bom tempo. Nos celulares Android, BlackBerry, Windows Mobile - e iPhones, em um futuro próximo - você poderá sacar os "Itens Estrelados" quando procurar endereços por onde passa. É muito mais rápido que digitar com os polegares e, se você está montando uma lista temporária de lugares a visitar, os itens estrelados podem servir como uma checklist.
9. O marcador "Meu local"
É fácil se perder na navegação multidirecional e no zoom. Mas clique naquele pequeno botão usando o Firefox ou Google Chrome e, através da magia da navegação ciente de localização, o Google Maps usará os dados de Wi-Fi e IP nos arredores para marcar a localização aproximada de onde você está. É conveniente quando você estiver em um lugar desconhecido só com seu péssimo senso de direção.
8. Crie itinerários de caminhadas
Quer passear por uma cidade sem precisar sacar seu smartphone ou um mapa enorme a cada novo cruzamento? O Google City Tours reune um itinerário com localizações simples e formatado para impressão resumida. A ferramenta tem o recurso Google de saber o que você quer mesmo digitando o termo mais vago possível, mas você também pode mover seus marcadores de destino para qualquer endereço específico. Ainda é um economizador de papel: um mapa e indicadores de direção evitam dez impressões.
7. Ajuste fino, ou indique um erro
O Maps não faz tudo direito o tempo todo. Se o programa mostrar um indicador fora do ponto real, um número errado ou um site desativado, é possível arrumar por conta própria. Clique no marcador para ter o endereço, depois clique em "Mais" e selecione "Editar Detalhes". Não funcionará em estabelecimentos comerciais que solicitaram sua listagem pelo Local Business Center, e há limites no que você pode alterar, mas se você conhece um marcador que está somente errado, é uma solução para isso. Você pode simplesmente reportar o erro se estiver impedido de editar a informação equivocada.
6. Faça o mapa de uma grande rota ciclística (só nos EUA, por enquanto)
As rotas ciclísticas do Google Maps fazem mais que estimar quanto tempo levaria um carro muito lento para ir de um ponto a outro. O Google considera o tráfego, claro, mas também ladeiras, rotas que passam por áreas marcadas como apropriadas para o ciclismo, ciclovias e outras informações relacionadas às bikes. Rotas ciclísticas que normalmente não seriam mostradas na busca de trajetos por carros também aparecem no mapa usando a cor verde. A ferramenta é a melhor amiga do ciclista em uma nova região ou para quem procura variar seu trajeto.
5. Obtenha coordenadas de latitude e longitude em tempo real
Se você procura o fenômeno do geocaching, ou precisa de coordenadas GPS para aplicativos online ou qualquer outro uso, o Google Maps providencia, mas não como recurso padrão. Clique no ícone da garrafinha verde do Google Labs no canto superior direito do Maps e então habilite o LatLng Tooltip para ver as coordenadas de onde seu cursor estiver, ou o LatLng Marker se quiser marcar uma coordenada. Não gostaria de ter nada experimental rodando? Tente este bookmarklet que mostra as coordenadas do que estiver centralizado em seu Google Maps.
4. Mostre as fotos tiradas nos arredores
Não importa onde você vai, alguém já esteve lá antes e provavelmente tirou uma foto. Então se você quiser ter certeza de que vai reconhecer o destino de sua rota, ou quiser saber qual é a onda de qualquer outro lugar, procure no Maps. Clique no marcador e acesse o Street View e então procure o botão "Fotos" que aparece no canto superior direito da tela do Street View. Enquanto você "caminha", verá diferentes perspectivas tiradas de vários pontos e provavelmente algumas fotos históricas que já foram rotuladas pelo Flickr, Picasa e Panoramio.
3. Encontre lugares perto de qualquer lugar do mapa
Se você está procurando um lugar específico - um nome de rua, um estabelecimento ou outro tipo de marcação - você pode clicar no link "Nesta área, localizar por" para encontrar um café, posto de combustível, bancos ou o que precisar. E se você não quiser adicionar um marcador a um lugar específico, mas sim toda a região? Clique com o botão direito em qualquer lugar no mapa e selecione "O que há aqui?" e o Google criará um marcador baseado em um endereço aproximado ou na exata coordenada GPS. A partir dele você poderá clicar em "Nesta área, localizar por" no painel esquerdo e procurar nos arredores sem se preocupar em ser específico.
2. Obtenha rotas via SMS (nos EUA, Canadá, Japão e China)
É quando você está perdido e fora da área de cobertura da internet móvel que as rotas são realmente úteis. Você pode enviar um SMS, basta digitar GOOGLE com a mensagem formatada como "Directions A to B", substituindo A e B pela identificação do lugar. O Google enviará um SMS resposta com a mesma rota que retornaria no Maps e seus amigos vão dizer que você salvou a viagem.
1. Planilha de endereços em um mapa
Planilhas são a melhor forma de reunir e organizar informações dentro de um padrão. Se você tem uma série de opções para localizar em lugares diferentes, o bem sacado BatchGeo cruza sua planilha com o Google Maps. Basta colar os dados e o BatchGeo padroniza os endereços e cria um mapa personalizado, com seus locais indicados e as informações sobre que você inseriu sobre cada um. É um modo rápido de fazer com que pareça que você teve um trabalhão. Apesar de não ser um recurso do Google Maps, achamos que deveria ser.
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06/05/2010
Conheça Fernanda Viégas
Alexandre Rodrigues
Fernanda Viégas estudou linguística, engenharia química e educação no Brasil e nos Estados Unidos antes de finalmente se dedicar ao design gráfico. Na semana passada, aos 38 anos, a trajetória se traduziu em um merecido reconhecimento ao ser incluída na lista de mulheres mais influentes do mundo da tecnologia da respeitada revista FastCompany.
A lista é considerada uma amostra de mulheres que vêm se destacando em áreas que lideram a inovação. Além da brasileira, da relação de 2010 fazem parte, entre outras, Meredith Artley, editora que reformulou o visual do site da CNN; Jill Tarter, diretora do projeto SETI, que busca sinais de vida extraterrestre inteligente e cuja vida inspirou o filme e o livro Contato; e Susan Wu, co-fundadora e executiva-chefe do Ohai, site de jogos online.
No caso de Fernanda, a escolha se deve à área em que vem se destacando, a visualização de dados. A categoria em que foi incluída diz tudo: "crânio" (Brainiacs).
"Fiquei bastante surpresa e extremamente honrada de fazer parte de um grupo tão seleto de mulheres", ela disse.
Fernanda estudou engenharia e linguística no Rio de Janeiro, sem terminar nenhuma das duas faculdades, até que em 1992 conseguiu uma bolsa de graduação nos Estados Unidos. "Acabei me formando em design gráfico e história da arte pela Universidade de Kansas, em Lawrence. Depois que me formei, fui para o Media Lab do MIT no final de 1997", contou.
Foi durante o doutorado no Massachussets Institute of Technology, o MIT, mais famoso instituto de tecnologia do mundo, que começou a chamar atenção ao criar o Themail, projeto que transformava e-mails em formas de contar histórias visualmente.
"A visualização é um meio de comunicação. É que nem escrever. A partir do momento em que se aprende a escrever, temos a oportunidade de fazer coisas muito distintas: desde provar um teorema matemático até escrever poesia. Assim é com a visualização de dados: através dela conseguimos fazer descobertas científicas, incentivar o debate público e até mesmo criar obras de arte que emocionam e engajam", explicou.
Com a experiência, ela percebeu que infográficos podiam funcionar como ferramentas sociais. Foi o ponto de partida para o Many Eyes, projeto da IBM - onde começou a trabalhar em 2005 - criado em parceria com o designer Martin Wattenberg, no qual qualquer pessoa pode enviar dados e organizá-los visualmente. É possível navegar pelos dados alheios, interagir ou encontrar novos padrões. A ideia básica: é possível um gráfico sobre quase tudo. Sejam as principais palavras usadas por Barack Obama em seu discurso de posse como presidente dos Estados Unidos, seja o consumo de água em um condomínio.
Suas criações a fizeram ser chamada de "senhora planilha" numa reportagem. A última colaboração na IBM foi ao projeto Many Bills, que ajuda pessoas a encontrarem sentido na confusão de propostas de lei sendo discutidas no Congresso dos Estados Unidos. Mas em março último Fernanda e Wattenberg deixaram a empresa e criaram o próprio estúdio, Flowing Media. A ideia é parecida com o Many Eyes, mas voltada para empresas. "Queremos ajudar jornais, revistas, a mídia em geral a contar histórias através de dados", disse.
Atualmente Fernanda mora em Cambridge, no Estado de Massachusetts, Estados Unidos. Seus hobbies têm pouco a ver com a área de estudo: mergulho e snowboarding. Futebol? "Eu torcia pelo Flamengo, mas isso já faz muito tempo".
Redação Terra
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05/05/2010
Telebrás entra no Plano Nacional de Banda Larga
A Telecomunicações Brasileiras S.A. (Telebrás) informou em comunicado nesta terça-feira (4) que “integrará o Programa Nacional de Banda Larga – PNBL”, de acordo com “decisão governamental, informada pelo Ministério das Comunicações”. Na prática, o anúncio significa a decisão do governo de reativar a estatal.
Ainda segundo o comunicado, a Telebrás ficará responsável por "implementar a rede privativa de comunicação da Administração Pública Federal; prestar apoio e suporte a políticas públicas de conexão à internet em banda larga para universidades, centros de pesquisa, escolas, hospitais, postos de atendimento, telecentros comunitários e outros pontos de interesse público; prover infraestrutura e redes de suporte a serviços de telecomunicações prestados por empresas privadas, Estados, Distrito Federal, Municípios e entidades sem fins lucrativos; e prestar serviço de conexão à internet em banda larga para usuários finais, apenas e tão somente em localidades onde inexista oferta adequada daqueles serviços".
A ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, havia marcado para as 18 horas desta terça-feira uma reunião com outros ministros para discutir o PNBL. A expectativa é de que o plano seja oficialmente anunciado na quarta-feira (5) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O Plano Nacional de Banda Larga está sendo discutido no governo desde meados do ano passado. No final de 2009, o presidente Lula solicitou estudos mais detalhados para avaliar quanto custaria ao governo montar uma estatal para atender também ao consumidor final, com o objetivo de baixar o preço da banda larga.
Estimativas da Casa Civil apontam para um custo total do projeto de até R$ 15 bilhões, entre recursos próprios de prestadoras e de financiamentos públicos. Mas o formato do programa ainda não foi definido.
Em novembro do ano passado, o Ministério das Comunicações apresentou um programa para ser executado pelas teles, com financiamento privado e público, através de desoneração tributária e uso de recursos de fundos setoriais retidos nos cofres do Tesouro.
A meta do PNBL é chegar a 2014 com 90 milhões de acessos à internet em alta velocidade.
No início de abril, a Oi apresentou ao governo um plano de expansão da banda larga no país em que a empresa ofereceria serviços de internet rápida a preços que podem variar de R$ 15 a R$ 35 - mesmos valores sugeridos pelo governo federal.
Dias depois, a Casa Civil se manifestou, dizendo que a Telebrás deveria ser a “espinha dorsal” do PNBL, enquanto empresas privadas de telefonia deveriam atuar de forma complementar.
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04/05/2010
Internet deixa as pessoas antisociais
- "Ei, você é um cretino", diz sorrindo a menina ao garoto. "Só pra te informar."
- "Valeu!", responde o menino.
- "Brincadeirinha", diz a menina com outro sorriso. "Você é só um pouco cretino, mas, fora isso, você é bem normal, às vezes".
Ambos riem.
- "Vejo você amanhã", diz o garoto.
- "Beleza, até mais", diz a menina.
Essa foi uma típica conversa pré-adolescente, familiar há gerações. Exceto por um toque distintivo de 2010: ela aconteceu no Facebook. Os sorrisos foram dois pontos e parênteses. As risadas foram digitadas como "haha". "Beleza" foi só um "blz" e "até mais" virou "t+".
As crianças costumavam conversar de verdade com seus amigos. Aquelas horas gastas ao telefone ou com os amigos do bairro depois da escola desapareceram há muito tempo. Mas, agora, mesmo conversar ao celular ou por e-mail (onde é possível pelo menos conversar em parágrafos) virou passado. Para os adolescentes e pré-adolescentes de hoje, as interações de amizade parecem ocorrer cada vez mais através das breves mensagens de texto do celular e dos chats virtuais, ou por meio de fóruns extremamente públicos nos murais do Facebook e do MySpace. (Andy Wilson, o garoto de 11 anos envolvido na brincadeira acima, tem 418 amigos no Facebook).
Na semana passada, o Pew Research Center descobriu que a metade dos adolescentes americanos - definidos pelo estudo como entre 12 e 17 anos - envia 50 ou mais mensagens de texto por dia e que um terço envia mais de 100 diariamente. Dois terços dos usuários sondados pelo Projeto Vida Americana do centro disseram preferir usar o celular para enviar SMS a fazer uma chamada telefônica. 50% disseram que mandam mensagens a seus amigos uma vez por dia, mas só 33% disseram conversar ao vivo diariamente.
As descobertas surgem poucos meses depois da Kaiser Family Foundation divulgar que os americanos entre oito e 18 anos passam em média sete horas e meia usando algum tipo de aparelho eletrônico, seja smartphone, MP3 player ou computador - um número que impressionou muitos adultos, mesmo aqueles que sempre mantêm à mão seu BlackBerry.
Até agora, boa parte da preocupação a respeito do uso da tecnologia se voltou para as implicações no desenvolvimento intelectual da criança. A preocupação sobre a repercussão social se concentrou no lado sombrio das interações online, como o ciberbullying e mensagens de texto sexualmente explícitas. Mas psicólogos e especialistas começam a analisar um fenômeno menos sensacionalista embora provavelmente mais profundo: estará a tecnologia mudando a própria natureza da amizade infantil?
"Em geral, as preocupações sobre ciberbullying e SMS sexuais ofuscaram a análise de coisas realmente mais sutis sobre a forma pela qual a tecnologia está afetando as propriedades de proximidade da amizade", disse Jeffrey G. Parker, professor associado de psicologia da Universidade do Alabama, que estuda a amizade entre crianças desde os anos 1980. "Estamos apenas começando a observar essas mudanças sutis".
A pergunta na cabeça dos pesquisadores é se o SMS, a mensagem instantânea e as interações sociais online permitem que as crianças se tornem mais ligadas e solidárias a seus amigos - ou se a qualidade de sua interação diminui sem as trocas emocionais e a intimidade dos longos encontros presenciais.
Ainda é muito cedo para saber a resposta. Ao escreverem na The Future of Children, publicação produzida pela Instituição Brookings e o Centro Woodrow Wilson da Universidade Princeton, os psicólogos Kaveri Subrahmanyam e Patricia M. Greenfield - respectivamente, da Universidade Estadual da Califórnia e da Universidade da Califórnia, ambas em Los Angeles - observaram:
"A evidência qualitativa inicial é que a facilidade das comunicações eletrônicas pode estar diminuindo o interesse de adolescentes na comunicação presencial com seus amigos. Mais pesquisas são necessárias para avaliar a amplitude desse fenômeno e seu impacto na qualidade emocional de um relacionamento".
Mas a questão é importante, segundo aqueles que estudam relacionamentos, porque amizades próximas na infância ajudam a criança a desenvolver confiança em pessoas fora de sua família e, consequentemente, ajudam a preparar o terreno para relacionamentos saudáveis na vida adulta.
"Não podemos permitir que relacionamentos próximos e positivos definhem. Eles são essenciais para que as crianças desenvolvam confiança e lidem com suas emoções, expressem emoções, todas as funções de apoio necessárias num relacionamento adulto", disse Parker.
"Essas são coisas que discutimos sempre", disse Lori Evans, psicóloga do Centro de Estudo da Criança da Universidade de Nova York. "Ainda não temos um corpo robusto de pesquisas para confirmar o que suspeitamos estar acontecendo clinicamente".
O que ela e muitos outros envolvidos no trabalho com crianças observam são interações muito mais superficiais e públicas que as do passado.
"Quando éramos mais jovens, passávamos horas ao telefone com uma pessoa", disse Evans. Hoje, as mensagens instantâneas são frequentemente um bate-papo em grupo. Além disso, afirma ela, "o Facebook não é uma conversa".
Uma das preocupações é que, diferente de muitos de seus pais - que se lembram de intensos relacionamentos com amigos íntimos com quem passavam tempo e compartilhavam segredos durante a infância -, os jovens de hoje podem estar perdendo experiências que os ajudariam a desenvolver empatia, a compreender nuanças emocionais e a ler sinais sociais como expressões faciais e linguagem corporal.
Com as obsessões técnicas da criança começando cada vez mais cedo - até alunos do jardim de infância brincam com laptops no recreio -, seus cérebros podem acabar sendo reprogramados, perdendo tais capacidades, acreditam alguns pesquisadores.
Gary Small, neurocientista e professor de psiquiatria da UCLA e autor de iBrain: Surviving the Technological Alteration of the Modern Mind, acredita que os chamados "nativos digitais", um termo que designa a geração que cresceu usando computadores, já têm dificuldade de ler sinais sociais.
"Embora os jovens nativos digitais sejam muito bons em habilidades técnicas, eles são fracos em habilidades de contato humano presencial", disse.
Outros estudiosos de amizade argumentam que a tecnologia está aproximando as crianças mais do que nunca. Elizabeth Harley-Brewer, autora de um livro lançado no ano passado chamado Making Friends: A Guide to Understanding and Nurturing Your Child's Friendships, acredita que a tecnologia permite que as crianças fiquem conectadas o dia inteiro aos seus amigos. "Creio ser possível dizer que a mídia eletrônica está ajudando as crianças a ficarem muito mais em contato e por períodos mais longos".
Alguns pais concordam. Beth Cafferty, professora colegial de espanhol em Hasbrouck Heights (Nova Jersey), estima em centenas a quantidade de mensagens de texto que sua filha de 15 anos envia por dia.
"Acredito mesmo que eles estejam mais próximos por estarem mais em contato uns com os outros - qualquer coisa que vier à mente, eles mandam um SMS imediatamente", disse.
Mas Laura Shumaker, mãe de três no subúrbio de Bay Area, percebeu que seu filho de 17 anos, John, "fica tanto tempo com amigos no Facebook que se tornou mais retraído e arisco em interações cara a cara".
Recentemente, quando ele mencionou que era o aniversário de um amigo, ela disse: "Ótimo, você vai ligar para ele e desejar feliz aniversário?" E ele respondeu: "Não, vou escrever no mural dele" - a área do Facebook onde amigos podem postar mensagens que outros podem ver. Shumaker disse que, desde então, passou a encorajar o filho a se envolver em mais atividades de grupo depois da escola, ficando feliz por ele ter se juntado a um grupo de canto.
Para algumas crianças, a tecnologia é um mero facilitador para uma vida social ativa. Numa sexta-feira recente em Manhattan, Hannah Kliot, 15, aluna do nono ano que conta 1.150 amigos no Facebook, enviou uma série de mensagens depois da escola, fazendo planos para encontrar alguns amigos mais tarde em uma festa. No dia seguinte, ela jogou duas partidas de softbol, mandando SMS nos intervalos e entre os jogos, pois planejava ir a um show no próximo final de semana.
Hannah afirma depender do SMS para fazer planos e contar coisas que ela considera engraçadas ou interessantes. Mas ela também usa as mensagens para checar se alguma amiga está chateada com alguma coisa - nesses casos, ela depois continua com uma conversa real.
"Eu com certeza converso, mas acho que a nova forma de realmente conversar com alguém é o chat com vídeo, porque aí você está vendo mesmo a outra pessoa", disse. "Eu com certeza faço ligações telefônicas uma vez ou outra, mas isso é considerado meio antiquado".
A mãe de Hannah, Joana Vicente, que já enviou mensagens a seus filhos de sua cama após as 23h mandando-os sair da internet, às vezes se impressiona com a maneira pela qual Hannah e seu irmão de 14 anos, Anton, se comunicam. "Às vezes eles têm cinco conversas acontecendo ao mesmo tempo" por mensagens instantâneas, SMS ou vídeo. "Minha filha passa de uma para outra à velocidade da luz. Eu penso, 'meu Deus, isso é uma conversa?'"
Alguns pesquisadores acreditam que a natureza impessoal da mensagem de texto e da comunicação online pode facilitar que crianças tímidas se relacionem com outros. Robert Wilson é pai de Andy Wilson, 11, o aluno da sexta série de Atlanta que foi cordialmente zombado no Facebook. (Wilson citou a conversa para ilustrar a natureza inócua e geralmente "brincalhona" da maioria das interações de seu filho no Facebook).
Andy é bem atlético e sociável, mas seu irmão, Evan, 14, é mais tímido e introvertido. Depois de ver Andy se conectar com tanta gente diferente no Facebook, Wilson sugeriu a Evan que criasse uma conta para experimentar. No dia seguinte, ele teve o prazer de encontrar Evan conversando pelo Facebook com uma garota de sua antiga escola.
"Acredito que o Facebook na maior parte foi benéfico para meus filhos", disse Wilson. "No caso de Evan, a primeira razão é ajudá-lo a sair de sua concha e desenvolver habilidades sociais que não desenvolvia por ser tão tímido. Não dá para empurrá-lo para fora de casa e dizer 'Encontre alguém'".
Tradução: Amy Traduções
The New York Times
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03/05/2010
Vídeos de dança amadores são nova febre viral na web
Julie Bloom
Um vídeo que envolva Lady Gaga e Beyoncé com certeza atrairá muitos espectadores e, por isso, essa sensação do YouTube já foi assistida mais de 800 mil vezes. Mas não, não estou falando sobre o videoclipe de Telephone, sua recente colaboração. Na verdade, o vídeo em questão mostra um jovem de 14 anos e outros alunos da Academia Internacional de Dança de Hollywood em uma coreografia acelerada - com direito a rebolado, jogadas de cabelo e tremores pélvicos - criada pelo professor Dejan Tubic e inspirada em parte pela música e pelos passos de dança característicos de Beyoncé e Lady Gaga.
Essa interpretação de Telephone, uma das mais de uma dúzia que podem ser encontradas online, é o mais recente exemplo da maneira pela qual os vídeos de dance music e seus derivados - tributos, aulas passo a passo sobre a coreografia, paródias - acrescentaram o aspecto de divulgação viral ao velho conceito de canções de sucesso baseadas em um novo passo de dança, como o twist.
A tendência renovada remonta a Crank That (Soulja Boy). Quando lançada, em 2007, a canção e seu passo de dança se difundiram rapidamente via internet. Single Ladies (Put a Ring on It), de Beyoncé, lançada em 2008, continua a gerar dezenas de imitações, aulas e mash-ups, como o demonstra um recente tributo que combina o vídeo a clipes de canções de grupos femininos da Motown nos anos 60.
Como acontece no caso de outros fenômenos virais, as produções profissionais inspiram as pessoas a aprender a coreografia e a postar online vídeos de sua performance. Os tributos resultam em novos tributos. "Usualmente, recebo pelo menos uma vez ao dia um e-mail com um vídeo novo enviado por alguém, às vezes de parte distante do mundo, que me pede para assistir porque a pessoa aprendeu os meus passos", diz Tubic, 20, que se mudou de Cleveland para Los Angeles dois anos atrás, a fim de tentar carreira como dançarino e coreógrafo. "Há garotos sem formação nenhuma em dança que são capazes de reproduzir meu estilo de dançar e minha coreografia com muito talento".
Com o sucesso de Single Ladies e Telephone, surgiram outros vídeos de produção profissional cara. O novo OMG, de Usher, com participação de will.i.am; a sexy Ride, de Ciara, lançada nos últimos dias, com a presença de Ludacris; e Not Myself Tonight, de Christina Aguilera (o primeiro single de Bionic, seu novo álbum, a ser lançado em junho) têm todos fortes componentes de dança. "As pessoas começaram a perceber que se divulgarem online um vídeo que contenha dança, milhões de espectadores assistirão", disse Tubic.
A popularidade dos vídeos cujo foco é a dança também reflete uma mudança na maneira pela qual os consumidores apreciam música. "A dança está sendo usada para motivar as pessoas a apreciar a música, sentir a música e sua alegria", diz Laurieann Gibson, diretora de criação e coreógrafa de Telephone e outros dos projetos de Lady Gaga. "Se você não tiver a dança como parte do seu visual, não há como atrair a garotada para essas canções".
As gravadoras também estão cientes do poder da dança para atrair os consumidores de música. "Recentemente assinamos para lançar diversas gravações que promovem passos de dança específicos", disse Jeff Dodes, vice-presidente executivo de marketing e mídia digital no Jibe Label Group. "Sabemos que é possível fazer mais com gravações que já tenham passos de dança, como por exemplo promover vídeos virais, quer os vídeos oficiais, quer vídeos mais baratos nos quais os artistas literalmente ensinam a dança passo a passo". "Não vamos assinar com um artista só porque uma canção tenha um passo de dança", acrescentou, "mas isso é algo que vemos como benefício, porque nos oferece um caminho de marketing".
A campanha de OMG, de Usher, por exemplo, envolveu uma estreia do vídeo via YouTube, bem como atividades no site oficial do rapper (usherworld.com). Depois, diz Dodes, "nós destacaremos esses tributos, na falta de um termo melhor, nos quais as pessoas imitam seus passos de dança, ressaltando o ângulo de que todo mundo pode aprender, e com isso a canção se torna mais que uma música de rádio que aparece ocasionalmente no iPod, e ganha contornos de uma experiência mais ampla".
Gibson assistiu a muitos dos vídeos nos quais as pessoas reproduzem os passos de dança criados por ela. "Vi um menininho que estava fazendo a dança do sanduíche, e achei o máximo", ela disse, em referência a uma sequência que envolve palmas duplas à esquerda e à direta seguidas por imitações de pequenas mordidas, de Telephone.
Ela atribui parte da atração daquele vídeo - que na verdade funciona como um filme curto ao modo de Quentin Tarantino - ao personagem criado por Lady Gaga, menos sofisticado do que costuma ser o caso entre as estrelas pop. "Criei o passo com alguém que não é assim tão perfeita", disse Gibson. "Creio que essa é uma das coisas com a qual muitas pessoas se identificam. Não é preciso ser perfeito para fazer a coreografia de 'Bad Romance' ou a de 'Poker Face'". A ênfase rítmica cai em batidas inesperadas: "A base dessas canções é uma emoção", diz Gibson, "de modo que quando uma pessoa ouve a música, ela é coreografada como uma dança emocional, e as pessoas mais ou menos sentem essa emoção quando reproduzem os passos de dança".
A proliferação de vídeos de dança realizados por usuários sugere que a dança se tornou tema comum o suficiente para que as pessoas não hesitem em se arriscar mostrando seus passos a milhões de telespectadores. "Quando comecei, não era assim tão social", diz Anthony Rue II, um dançarino conhecido pelo pseudônimo Antboogie, que acompanhou Madonna em turnês e organiza concursos de dança.
Embora programas de TV como America's Best Dance Crew, da MTV, tenham ajudado a apresentar as alegrias da dança a novos telespectadores, o aspecto online dos vídeos de dança é diferente, hoje em dia. Redes de TV como a MTV raramente exibem videoclipes, e quando o fazem é de acordo com os horários de sua programação. "Mas agora as pessoas podem ir ao YouTube e assistir a um vídeo um milhão de vezes", disse Rue.
Como no caso dos astros da música, profissionais em ascensão como Rue e Tubic também empregam vídeos para promover o seu trabalho e conquistar atenção. Os aspirantes a coreógrafos muitas vezes conduzem improvisos sobre a coreografia original de um vídeo, tentando tornar os passos ainda mais desafiadores, mais ou menos como um duelo de rap entre Lil' Wayne e Jay-Z.
Mas Tubic disse que seu principal objetivo era ajudar os telespectadores a dançar em casa. "Uma coisa que vi muitas vezes online era que havia muita gente criando tutoriais ensinando a tocar piano, como tocar determinação canção no teclado, e por isso eu queria que as pessoas tivessem uma página que pudessem usar para aprender passos de dança".
Os professores profissionais de dança deveriam se entusiasmar, porque em pelo menos um caso os vídeos de dança estimularam alunos a procurar aulas . Em junho, no Broadway Dance Center, como parte de um curso chamado "The Pulse" e destinado a dançarinos e coreógrafos, Gibson vai ensinar na íntegra a versão oficial e ininterrupta de sua coreografia para Telephone.
Tradução: Paulo Migliacci ME
The New York Times
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