18/03/2010

Internet Explorer 9 não vai rodar em Windows XP

O navegador IE 9 não é compatível com o windows XP, só funciona em máquinas a partir do Windows Vista SP2. Lançado em 2001, o sistema operacional tinha mais de 400 milhões de cópias em uso em 2006. A incompatibilidade do IE 9 com o Windows XP pode gerar sérios prejuízos para a Microsoft.

De acordo com o site  ZDNet, a Microsoft lançou a prévia do Internet Explorer 9 para download no site www.IETestDrive.com.. Como a versão é para desenvolvedores, não possui interface de usuário completa.

A Microsoft está planejando oferecer mais prévias do IE 9 antes que vá para beta. Na verdade, a equipe se compromete em oferecer uma atualização a cada oito semanas, e interagir com os desenvolvedores através do feedback do Microsoft Connect.

Representantes da Microsoft não quiseram dizer quando ficará pronta a primeira versão beta do IE 9 ou fornecer qualquer tipo informação sobre data de lançamento para a versão final.



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16/03/2010

Iphone vs Android

Hoje não se fala em outra coisa no mundo do desenvolvilmento..

Afinal, desenvolver em mobile para qual plataforma? Symbian? Android? Iphone? Windows Phone? Blackberry?

Vou fazer um pequeno Android vs Iphone OS e vocês tiram suas conclusões..

Em termos de desenvolvimento:

- Android : Tem como base Java, já amplamente disseminado e pode se desenvolver em qualquer plataforma (Windows, Mac, Linux).

- Iphone: Tem como base o Objective-C, linguagem muito menos expressiva que o Java (apesar de ser uma variação do C). Limita o desenvolvedor a usar um Mac Os.

Em termos de hardware:

- Android: é livre e os fabricantes podem fazer as suas modificações (assim como a Motorola fez o Motoblur, baseado no Android). Já existem diversos fabricantes usando ele como base (HTC, LG, Motorola, Samsung e mais alguns..)

- Iphone: hardware feito pela Apple e somente distribuido e controlado por ela.

Loja para venda de Apps:

Android: O Android Market é bem aberto e os desenvolvedores tem total liberdade na divulgação de suas app. Muitos criticam que isso pode ser uma porta para "malwares", mas eu duvido que o Google deixe passar tão facilmente.

Iphone: O crivo da Apple em relação a App Store já é folclórico e amplamente conhecido. Outro dia barraram uma aplicação que tinha no texto escrito "Vencedor do Concurso Android". Isso me lembra uma ditadura...

Popularização:

Android: Como podem ter vários fabricantes, então, o subsídio ficará bem mais fácil...Creio que em pouco tempo veremos Smartphones Android por 500 a 1000 reais. Você poderá comprar o aparelho por 500 reais e ter um plano de 50 reais, por exemplo...ou até pré-pago (mas pelo custo atual da internet em pré-pago, não vale a pena..mas..a tendencia é o preço baixar).

Iphone: A Apple controla e não permite o subsídio das operadoras..ou você compra por 2.000 ou tem que pagar um plano carissimo (o mais barato custa cerca de 150 reais por mês).

Então, você como desenvolvedor, vai preferir fazer uma aplicação para um Smartphone com tendencia a ser mais popular ( e o seu aplicativo possa ser vendido ou visto mais vezes) ou vai preferir fazer para o Iphone, onde nem a garantia de estar na App Store você tem?

Pensem nisso...

Retirado do blog de Alexandre Viana



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16/03/2010

Apple e Google entram em guerra declarada

Há três anos o chefe executivo da Google, Eric E. Schmidt, fez um acordo com o co-fundador da Apple, Steve Jobs, para ajudá-lo a introduzir um aparelho inovador - o iPhone - diante de jornalistas e fãs na Mac World Expo.

 O Google e a Apple trabalharam juntos para trazer a busca do Google e os serviços de mapeamento para o iPhone, afirmaram os executivos para a platéia, e Schmidt, na ocasião, brincou que a colaboração foi tão próxima que eles deveriam simplesmente fundir suas companhias e chamá-la de "AppleGoo".

Mas, de acordo com o site The New York Times, atualmente a harmonia deu lugar à animosidade. As duas empresas estão agora empenhadas em uma "batalha real" sobre o futuro e a forma da computação móvel e dos celulares, com implicações por toda a paisagem digital. Nos últimos seis meses a Apple e o Google disputam aquisições, patentes, diretores, conselheiros e aplicações do iPhone.

A Apple processou a HTC, fabricante taiwanesa de celulares que executam o sistema operacional do Google Android, alegando que a empresa havia violado patentes do iPhone. A ação foi vista como o início de um ataque legal da Apple ao próprio Google, bem como uma tentativa de atrasar os planos do concorrente de estender seu domínio para dispositivos móveis.

A Apple acredita que dispositivos como smartphones e tablets devem ser rigidamente controlados e que os clientes devem utilizar os serviços oferecidos para os aparelhos somente baixados da própria Apple App Store. O Google, por outro lado, quer smartphones de plataforma aberta, para que usuários possam circular livremente na web para utilizar aplicativos que funcionam em diferente dispositivos.

O Google tem muito receio de que rivais como a Microsoft ou a Apple, ou operadoras de telefonia móvel como a Verizon possam bloquear o acesso a seus serviços em dispositivos como celulares inteligentes.

De acordo com entrevistas com dezenas de observadores da indústria, investidores do Vale do Silício e de atuais e antigos empregados das duas empresas ao jornal - a maioria dos quais pediu anonimato para proteger os seus empregos -, o confronto entre Schmidt e Job oferece uma visão de inimizade e de ambição.

No centro da disputa está um sentimento de traição: Jobs acredita que o Google violou a aliança entre as empresas através da produção de telefones celulares que, fisica, tecnologica e espiritualmente são semelhantes ao iPhone. Em suma, sente que seus ex-amigos no Google "colocaram a mão" no seu bolso.

Para colocar mais lenha na fogueira, Tim Bray, co-inventor do XML, foi contratado pelo Google para trabalhar como "desenvolvedor advogado" com foco no Android. De acordo com o site The Business Insider, Bray anunciou e explicou a sua nova função no Google em seu blog (http://bit.ly/9GTBgE) e, de forma extraordinária expôs seu ódio pelo iPhone e tudo que o aparelho representa.

Bray pensa que o sistema fechado da Apple para o iPhone é "terrível" e prometeu vai fazer todo o possível para "destruí-lo".

"Eu odeio ele. Eu odeio o iPhone, mesmo que o hardware e software sejam ótimos, porque a liberdade não é apenas uma palavra, muito menos um ingrediente opcional", escreveu em seu blog.



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15/03/2010

Conheça os dez endereços mais caros da internet

A DOM Partners, instituição de crédito dos Estados Unidos, chamou atenção esta semana ao anunciar que vai colocar à venda o domínio sex.com, cuja compra ajudou a bancar em 2006 por US$ 14 milhões.

O domínio foi retomado do comprado por falta de pagamento e será leiloado no dia 18, no escritório de advocacia Windels Marx Lane & Mittendorf, de Nova York, de acordo com editais.

Citando o negócio, o jornal inglês The Telegraph publicou uma lista dos dez domínios mais caros já vendidos. Em ordem decrescente:

10 - Toys.com - Comprado em 2009 por US$ 5.1 milhões pela ToysRUs, rede americana de lojas de brinquedos. Para comprá-lo, foi preciso um leilão lance a lance com a agência A-1 Advertising, que já possui domínios como free.com, boys.com e divorce.com. No fim, a rede de lojas venceu.

9 - Casino.com - Vendido em 2003 por US$ 5.5 milhões. Site de jogos de azar online.

8 - Israel.com - Vendido em 1994 por US$ 5.88 milhões. Apresentado como "sua primeira e melhor fonte de informação sob re Israel", foi comprado por Joel Noel Friedman, um judeu americano de 46 anos. Mais do que visar lucros, Friedman disse que comprou o site por temer o mau uso do domínio.

7 - Beer.com - Vendido em 2004 por US$ 7 milhões. Trata-se de um site sobre cerveja, produção, degustação e história da cerveja, além de jogos sobre como bebê-la.

6 - Diamond.com - Ice.com comprou o domínio por US$ 7.5 milhões em 2006. Vende diamantes online.

5 - Business.com - O domínio está ligado ao Diamond.com e foi adquirido por US$ 7.5 milhões em 1999 para um site de buscas sobre negócios. Em julho de 2007 toda a empresa foi vendida RH Donnelly, editor das Páginas Amarelas americanas, por US$ 345 milhões.

4 - Porn.com - O site foi vendido em 2007 por US$ 9.5 milhões. Dispensa explicações sobre seu significado.

3 - Fund.com - Url vendida por US$ 9.99 milhões em 2008. Pertence a uma empresa de serviços financeiros via internet. Há uma controvérsia sobre se pertence a sex.com ou fund.com o status de domínio mais valioso da internet.

2 - Sex.com - Foi vendido em 2006 por US$14 milhões. Gary Kremen, criador do site de encontros Match.com, vendeu-o em 1994. Tornou-se depois alvo de uma disputa judicial até ser vendido novamente. Está novamente à venda.

1 - Insure.com - Vendido para a QuinStreet por US$ 16 milhões, a maior transação já registrada de um endereço na internet.

Com informações do Terra



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12/03/2010

Balança envia fotos do usuário para o Twitter

Nada como mexer com a auto-estima de uma pessoa para força-la a mudar velhos hábitos, como a alimentação. E que melhor incentivo para iniciar uma dieta do que uma balança high-tech que fotografa o usuário, do pior ângulo possível, e coloca as fotos automaticamente na internet?

A geringonça é uma criação do webdesigner norueguês Morten Skogly. A balança, em si, não tem segredo nenhum. O sistema é composto de uma webcam colada à balança, que olha "para cima" em busca de algum usuário, e um aplicativo Adobe AIR escrito em ActionScript 3 que roda em um Macbook.

O funcionamento é simples: o software faz a chamada detecção de movimento, analisando as imagens enviadas pela câmera em busca de mudanças que indiquem que algo está em frente a ela. Quando uma pessoa sobe na balança, ocupa todo o campo de visão da câmera, fazendo o programa entrar em ação. Em seguida ele tira uma foto da cena e posta a imagem no Twitter. Simples.

A idéia é que o usuário, envergonhado pelas imagens, faça um esforço para mudar sua aparência e, literalmente, a forma como é visto pelos colegas na rede. Não sabemos se a "psicologia perversa" funciona, mas para o interessados em replicar a experiência todo o código-fonte do software está disponível na web, em http://bit.ly/50PoCZ.

Geek



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11/03/2010

O mouse do futuro

Nas últimas décadas, os chamados periféricos, como mouse e teclado, são uns dos poucos aspectos do mundo da informática que evoluíram muito pouco em conceito e uso, apenas adicionando avanços tecnológicos. Por exemplo: os mouses com sensores ópticos foram um avanço em relação aos mouses "de bola", mas seu formato continua o mesmo.

A Microsoft, contudo, pesquisa o futuro desses dispositivos e mostrou o protótipo do Cloud Mouse, que pretende ser uma solução para a navegação 3D em interfaces futuras.

A Microsoft Research Asia, junto com Richard Harper, principal pesquisador do grupo Socio-Digital Systems da Microsoft Research Cambridge, criou um protótipo de mouse cujo nome é derivado da tendência atual de soluções na nuvem (cloud computing).

O mouse é parte integrante do que será a próxima geração de interface de usuário e de dispositivos com a pasagem do desktop 3D tradicional para contornos 3D mais naturais. Embora tenha certa semelhança com o nunchuck, controle do Nintendo Wii, o sistema de uso é sem-fio e promete navegar por ambientes tridimensionais em 360º.



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10/03/2010

Domínio sex.com vai a leilão

Uma loja online nos Estados Unidos começou a vender um acessório inusitado para o iPhone: "salsichas" para tocar na tela sensível do aparelho.

A justificativa do uso da "tecnologia" é simples: a tela do iPhone responde ao toque do dedo. Em locais frios não há resposta do touchscreen se o dono do telefone usa luvas (e quer manter as mãos quentes). Entra em ação a salsicha, que cabe no bolso e não é indicada para consumo humano.

O acessório está à venda no site Casecrown.com pelo preço sugerido de US$ 0,99 de dólar (em promoção; o preço normal é US$ 3,99), que diz ter se inspirado em uma notícia sobre um possível aumento de venda de salsichas (reais) na Coréia do Sul como alternativa para uso da tela. A salsicha da Casecrown funciona em todas as gerações de iPhone.

Zumo Notícias



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09/03/2010

O fator Google

Quando falamos sobre Google os números são sempre superlativos, revolucionários e inquestionáveis: propriedade mais visitada do mundo, maior site de buscas do mundo, dono do segundo maior site de buscas e maior site de vídeos do mundo (YouTube), dono da maior rede social do Brasil, revolucionou a publicidade com seus programas AdWords e Adsense, desafiou o mercado publicitário mundial ao não pagar comissão às agências, oferece a maioria de seus produtos gratuitamente e por aí vai.

O poder do Google no mercado publicitário realmente é muito grande, talvez somente comparável ao das grandes emissoras de TV abertas norte-americanas (The Big 5) anos atrás.

Ouso dizer que o Google é mais poderoso até mesmo que a poderosa Organizações Globo, afinal, quem teria coragem de desafiar o modelo imposto ao mercado publicitário brasileiro há mais de 40 anos de comissão e BV, criado nos corredores das emissoras de TV e veículos de mídia impressa, tendo a Globo como seu maior, mais influente e ferrenho defensor?

Porém, o foco aqui não é discutir esse modelo, mas sim avaliar o quanto o Google é importante para o mercado publicitário brasileiro, em especial o interativo, claro.

Ao aportar em nosso país no segundo semestre de 2005 o Google criou sozinho uma nova indústria e um novo modelo de agências: o SearchEngine Marketing e as agências especializadas em links patrocinados e otimização de sites ( SEO). Que outro site ou empresa conseguiu essa proeza?

E ao recusar-se a seguir o modelo vigente de BV e comissão, desafiou o mercado a sair do seu marasmo para buscar soluções mais criativas e a comprometer-se com os resultados dos seus clientes, o que a meu ver foi extremamente positivo, pois abriu oportunidade para o nascimento de diversas empresas, muitas delas hoje sendo cobiçadas por grupos internacionais. Enfim, podemos dizer que o Google fez surgir o mercado de performance no Brasil, graças ao Adwords.

Além disso, o Adwords foi responsável por uma Inclusão Publicitária, ao injetar dinheiro novo no mercado publicitário ao permitir que uma infinidade de pequenas e médias empresas pudessem gerenciar sozinhas suas campanhas, com “verbas” mínimas.

O sucesso foi tão grande que o Projeto Intermeios teve que criar uma nova categoria para incluir esses investimentos. O único lado negativo é que o Google recusa-se a colaborar e incluir seus números no Intermeios, o que como eu não canso de dizer, iria provar que o mercado de publicidade online já é o quarto maior meio do Brasil, atrás apenas de TV aberta, jornais e revistas.

Se a Microsoft virou sinônimo de instant messaging com o MSN (Live) Messenger, o Google “inventou” as redes sociais no Brasil com o Orkut, fenômeno que dispensa apresentações e lidera folgado o mercado em número de usários. Mesmos os mais vanguardistas e “trend-setters” que só falam em Twitter, Facebook, Formspring, Foursquare e hoje torcem o nariz para o Orkut, tiveram (muitos ainda tem) seu perfil na rede mais popular. Foi ali que deram seus primeiros passos em Social Media.

Inclusive, na minha opinião, o Orkut tem um dos formatos publicitários mais eficientes do mercado, que é um “banner” gigante que domina a tela do usuário quando ele sai do Orkut. Não tem como não ver e é muito menos intrusivo do que os famigerados pop-unders, aquelas janelas medonhas que abrem por trás de seu navegador, como um pop-up, sem você perceber.

Agora o Google prepara uma nova revolução, que com certeza vai mexer com nosso mercado mais uma vez. Não, não estou falando de mobile marketing, onde o Google fez um ousado investimento ao comprar a AdMob, rede especializada em comercialização de espaços publicitários em celulares e aplicativos.

Estou falando de algo mais prosaico e que pode surpreender muita gente: nas palavras de seu CEO Eric Schmidt, reproduzidas recentemente no Meio&Mensagem, “Nosso próximo grande negócio é banner. O que precisamos ver é o quão bem sucedido o Google pode ser nisso” .

Uau! E pensar que os especialistas vem matando o banner há pelo menos 10 anos…



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08/03/2010

3 passos para descobrir se o Twitter funciona para você

Alguns meses atrás, recebi um e-mail de Matthew Cornell, autor e especialista em produtividade o qual já entrevistei em diversas ocasiões, contando que havia decidido largar o Twitter. "Largar o Twitter!?", pensei. Eu uso o Twitter para manter contato com fontes, divulgar meus artigos e acompanhar os últimos debates na indústria de mídia social. Nem sonharia em abandonar o microblog agora.

Mas o fato é que, apesar de o site já ter ultrapassado a marca de 10 bilhões de tweets, 90% deles são escritos por apenas 10% dos usuários. Isso nos deixa com milhões de tuiteiros desengajados.

E por que então esses usuários não foram fisgados pelo Twitter, enquanto os outros 10% já não vivem sem ele?

Meu colega C.G. Lynch, em seu blog, afirmou que talvez "os fãs hardcore tenham, ironicamente, assustados os novatos" por seu uso exagerado de hashtags, "piadas internas sem graça" e "mensagens diretas com cara de spam", entre outras ações.

E, apesar de isso até poder ser válido em relação a alguns tuiteiros iniciantes, Cornell sugeriu outra possibilidade: a de que muitos usuários deixaram o Twitter porque eles entraram no microblog sem ter uma ideia clara do que queriam fazer com ele.

Desestruturado
"Fora a questão da limitação do tamanho da mensagem em 140 caracteres, o Twitter é totalmente desestruturado. Você pode usá-lo para quase tudo: obter informações, manter contato com outras pessoas, dividir seus pensamentos", disse Cornell. "Mas essa flexibilidade tem um preço: você tem que decidir como vai usá-lo, caso contrário ele lhe será inútil."

Quando Cornell entrou no Twitter, ele não tinha um objetivo claro para o serviço. Ele pensou talvez que fosse usá-lo para divulgar coisas divertidas e quem sabe estabelecer contatos que poderiam evoluir para oportunidades de negócios.

Mas levou dois anos para que ele concluísse que o serviço apenas consumia seu tempo - ele foi sugado para dentro dele e, só no fim, constatou que o retorno sobre o investimento (ROI) oferecido pelo Twitter era insuficiente.

Com a lição que tirou dessa experiência, Cornell diz hoje que faria tudo diferente, e recomenda seguir três passos para decidir se o Twitter - ou qualquer outro site de networking - é útil e vale o tempo que se investe nele:

Passo 1

Determine, com detalhes, o que você quer obter do site.

Passo 2

Defina um intervalo de tempo durante o qual você irá experimentar o site e desenvolver um método claro de medir seu progresso. Por exemplo, Cornell diz que ele tentaria acompanhar quantas pessoas entraram em contato com ele via @reply no período de um mês.

Passo 3


Avalie seu sucesso e determine se o tempo que você dedicou ao site vale o retorno que obteve.

Será que o Twitter recompensa o tempo que você tem dedicado a ele? Você já desistiu de alguma rede social? Como você avalia seu ROI?

IDG NOW

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05/03/2010

Twitter chega aos dez bilhões de postagens

A ferramenta de contagem de posts na rede de microblogging Twitter, a GigaTweet, mostra que o tweet de número 10 bilhões está cada vez mais próximo. A contagem de "tuitadas" do site informa que faltam aproximadamente nove horas (no dia 4 de março, às 13h30) para essa quantidade de mensagens ser alcançada, demonstrando, mais uma vez, a popularidade da rede, que já planeja meios de se tornar mais lucrativa.

A marca de cinco bilhões de mensagens foi atingida em outubro do ano passado, ou seja, em aproximadamente cinco meses, o número ¿ que demorou quase um ano para chegar a um bilhão ¿ dobrou, uma prova de que o Twitter cresce cada vez mais rapidamente.

Além disso, o número diário de postagens na rede já atinge os 50 milhões. O site GigaTweet mostra, em tempo real o número de mensagens no Twitter, apresentando também gráficos de tweets por hora e por dia, além de fazer previsões e estimativas, como a em destaque.

Geek

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